Logoenergy: Explicação do logo através da energia. – Explanation of the logo through energy.
those that make a simple yellow spot the sun itself.
Pablo Picasso
A logo is not just a graphical representation of a brand, HE IS A REPOSITORY OF ENERGY. It is there where you put the power of the brand. The creation of a logo of “energy” has 2 processes. One is by the designer in the creative process, he has to feel the brand, or be
with the “energy” of the brand, to implement this “energy” in the logo. Some people may think that is crazy, but a logo is a repository of stored energy for many people, starting with the designer. The second step is to make people “energize” the logo, or creating experiences with consumers so they feel the “energy” of the logo and put more energy. In short, the object comes closer to a logo is a amulet, it carries energy that was given to him. The words of Pablo Picasso represents this well.
Logotextura – Logotexture
Achei uma coleção de logos interessantes na internet que mostra logos com texturas. Esse tipo de logo é interessante, pois atinge além da visão o tato, fazendo mais fácil a memorização da marca. Teve um post que falei mais sobre o sentidos (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/12/logo-experience-o-logo-e-os-cinco-sentidos/). Outra coisa interessante desse tipo de logo é que o logo fica mais “vivo”. Escrevi um post sobre isso a pouco tempo, vale a pena dar uma olhada para entender (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/15/logolife-faca-o-seu-logo-real-logolife-make-your-logo-real/). A única coisa que se tem que cuidar quando usar texturas é para não usar muitos elementos, pois fica mais difícil a memorização. Segue o link onde tem 60 logos texturizados: http://www.littleboxofideas.com/blog/inspirations/60-absolutely-gorgeous-textured-logos
I found an interesting collection of logos on the Internet that shows logos with textures. This type of logo is interesting, because it reaches beyond sight and touch, making it easier to recall the brand. Had a post that talked more about senses (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/12/logo-experience-o-logo-e-os-cinco-sentidos/). Another interesting thing of this kind of logo is that the logo is more “alive”. I wrote a post about it a little time, it is worth taking a look to understand (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/15/logolife-faca-o-seu-logo-real-logolife-make-your-logo-real/). The only thing you have to take care when using textures is not to use many elements, it is more difficult to memorize. Follow the link which has 60 textured logos: http://www.littleboxofideas.com/blog/inspirations/60-absolutely-gorgeous-textured-logos
Logolife: Faça o seu logo real. – Logolife: make your logo real.
O estágio visualmente mais alto do logo é dar vida a ele, ou seja, dando movimento, inserindo ele na realidade, mudando de forma e cores. Alguns chamam isso de Logomotion, mas eu acho que não apenas movimento, e sim vida. É o logo estar em interação com o consumidor. Eu acho que o melhor exemplo que eu posso dar é o do Beagle, o logo deles é fantástico e muito fácil de dar vida. A Beagle poderia usar o seu ícone (primeira imagem abaixo) do cachorro de raça Beagle em interação na propagandas, por exemplo, usar um surfista sentado na areia com seu cão Beagle no lado. Isso seria fantástico, o logo estaria “vivo”. A coca-cola fez o processo contrario, pegou a sua embalagem, que sempre está “viva” e a tranformou em um ícone. A m&ms fez isso muito bem transformando seu produto em ícone, dando vida a ele. Outro exemplo é o da Mustang, antigamente, as propagandas eram com o mustang no deserto com cavalos correndo ao lado dele, isso sim é construção de símbolo. Por que dar vida aos logos? Quanto mais a gente atingir os sentidos, mais emoção o logo vai conter e mais fácil de ser lembrado também. Pense nisso quando for construir seus símbolos, crie-os com vida.
The highest stage visually logo is to give life to it, ie, giving movement, inserting it in reality, changing shape and color. Some call it Logomotion, but I think that not only move, but life. Is the logo interacting with the consumer. I think the best example I can
give is the Beagle, the logo of them is fantastic and very easy to give life. A Beagle could use your icon (first image below) of the dog breed Beagle interacting in advertisements, for example, using a surfer sitting on sand with his dog Beagle. That would be fantastic, would logo be ”alive.” Coca-Cola made the opposite case, reached into his pack, which is always “live” and use it as an icon. The m & ms did it very well turning your product an icon, giving life to it. Another example is the Mustang, formerly, the advertisements were with the Mustang in the desert with horses running beside him, what a symbol construction. Why give life the logos? The more you reach the senses, the more emotion the logo contain and easier to remember too. Think about it when you are constructing your symbols, design them with life.




Referência de Identidade Visual: Eagle Clean – Identity Reference: Eagle Clean
Trabalho de identidade visual que está sendo comentado em vários blogs de branding. O que mais me chamou a atenção é que o trabalho de identidade visual da Eagle Clean tem tudo a ver com os meus últimos 3 posts. A identidade faz o trabalho dela com os marcadores somáticos (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/11/marcadores-somaticos-e-logos-somatic-markers-and-logos/), conectando a marca deles fortemente com a palavra “limpeza”. Outro ponto forte da identidade são os sentidos (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/12/logo-experience-o-logo-e-os-cinco-sentidos/), ela consegue, mesmo o logo sendo apenas visual, despertar mais sentidos. E o terceiro aspecto, é a interação do símbolo da marca com os marcadores somáticos escolhidos, como comentei usando a referência da coca-cola (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/13/mood-board-a-orientacao-do-processo-criativo/). Abaixo, a grande referencia em identidade visual:
Job branding is being reviewed in various blogs branding. What really caught my attention is that the work of visual identity
Eagle Clean has everything to do with my last 3 posts. The identity makes her work with the somatic markers (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/11/marcadores-somaticos-e-logos-somatic-markers-and-logos/), connecting their brand strongly with the word “cleaning”. Another strong point of identity are the use of senses (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/12/logo-experience-o-logo-e-os-cinco-sentidos/), she can, even the logo is only visual, awakening more senses. And the third aspect is the interaction of the symbol of the brand with the somatic markers chosen, as I said using the reference Coca-Cola (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/13/mood-board-a-orientacao-do-processo-criativo/). Below, the great identity reference:


Mood Board: A orientação do processo criativo.
Mood board – Um instrumento visual de apoio aos projetos de design
Processos de projeto em design apresentam características complexas e difíceis deserem descritas em etapas bem definidas. Não é possível determinar a receita quegarantirá o sucesso do layout final e isso acontece porque, ao iniciar um projeto, odesigner é inserido em um ambiente que conta com a coexistência de elementos,métodos e raciocínios lógicos e subjetivos, além de situações com as quais ele nãotem total controle. Enquanto alguns momentos caracterizam-se pela liberdade deescolha e uso de suas habilidades, em outros, o designer é surpreendido comeventos inesperados e/ou informações que fogem do seu domínio. Um exemplodisso é a própria compreensão das intenções do cliente ou ainda, a interpretação,criação e seleção de possíveis soluções que vão sendo empregadas pelo profissionaldurante a realização do projeto.Outro aspecto que define o caráter complexo dos projetos é a geração de novosproblemas a partir da superação de antigos problemas. A evolução de um projetode design acontece em um ambiente de natureza construtiva, no qual o resultadofinal se origina de um constante esforço de superação de obstáculos que geramnovos desafios. Conforme Kees Dorst (2003), pesquisador de processos de design,trata-se de um movimento de co-evolução no qual o designer vai desenvolvendopares de “problema – solução” que combinem a partir da interação de análises,sínteses e avaliações. Sob este ponto de vista, fica mais fácil compreender porqueo ato de projetar dificilmente pode descrito. Ele realiza-se a partir de reflexões edecisões tomadas durante o processo, articuladas com a experiência econhecimento próprios do designer envolvido.Nesse cenário, designers buscam a superação dos problemas de design apoiados namanipulação de diferentes estratégias visuais, como a busca de referências,desenvolvimento de sketches, além de instrumentos que auxiliam no surgimento deinsights criativos. Neste artigo vamos tratar sobre o mood board, uma ferramentaessencialmente visual que vem sendo utilizada pelo Design Estratégico devido àhabilidade de atuar como um mecanismo facilitador do pensamento. Segundoestudos, o mood board auxilia na definição e no direcionamento das ideias surgidasdurante um processo de projeto graças às imagens que ele sustenta.Essa ferramenta, representada na Figura 1, apresenta-se sob a forma de umquadro que combina uma série de referências visuais que apóiam a criação de umaatmosfera do projeto, principalmente em suas etapas iniciais. A própria palavrainglesa “mood” ajuda na compreensão desse instrumento, podendo ser entendidacomo humor, atmosfera ou mesmo um estado temporário de nossa mente.

Figura 1
O mood board é constituído pelo designer por meio de um processo de colagem que reúne fotografias, imagens de revistas ou Internet, amostras de tecidos, desenhos, objetos, texturas e cores que, conforme Garner & McDonagh-Philp (2008), conseguem exprimir emoções e sentimentos relacionados ao briefing em questão. Este é o aspecto essencial que faz do mood board um instrumento de apoio aos projetos em design. Diferente de uma colagem cuja reunião de figuras busca uma composição artística – como no caso de algumas obras cubistas de Picasso (1881-1973) e Braque (1882-1963) – ou de um simples painel que exibe diferentes estampas ou exemplos de cores a serem implementadas em um trabalho, as referências reunidas no mood board devem ter um sentido e uma intenção que facilitem a definição e direcionamento de ideias. Deste modo, a relevância da ferramenta está mais em seu processo de criação do que em sua aparência final, já que, enquanto o designer escolhe e fixa as imagens no quadro, o mood board lhe coloca em sintonia com o projeto, oportunizando a visualização de cenáriospossíveis.
A especialidade do mood board está no fato de que as imagens que ele exibe atuam como meios de comunicação bastante versáteis, capazes de construir códigos traduzidos em conceitos. Enquanto elementos muito próximos dos designers - freqüentemente usados nos projetos como referências e fontes de inspiração – as imagens permitem a interpretação de mensagens e acesso a sentidos através da interação que faz com quem as observa. No caso do mood board, as imagens facilitam a identificação e superação de problemas de projeto por incrementarem o conhecimento do designer. Ambos – profissional e ferramenta – estabelecem um diálogo enriquecedor no qual as imagens facilitam o acesso a sentimentos mais abstratos e a concepção de mensagens visuais mais profundas.
Pensemos, por exemplo, na atuação do mood board inserido no contexto de projeto de logomarcas. Sabe-se que a construção dessa importante extensão gráfica da marca requer buscar em seu discurso quais aspectos devem ser evidenciados. Trata-se, portanto, de um esforço para definir e tornar tangível (através de cores, tipografias e estilos) uma série de elementos até então abstratos. O designer atua em um ambiente subjetivo no qual a decisão pelo o uso do mood board pode facilitar o contato com sentimentos dificilmente adquiridos e explanados pelo uso de palavras.

Imagem da http://www.flickr.com/people/auntiep/ usado com permissão
O mood board apóia o designer através da articulação do pensamento imaginativo e do raciocínio por analogia, algo que ajuda na resolução de problemas complexos pela identificação de determinados aspectos através da articulação de aprendizados novos e antigos. Observar as imagens do mood board compreende um caminho de descobertas, uma ação de desmontar e reconstituir um objeto que jamais voltará a ser igual. Trata-se da construção de novos roteiros pelo ponto de vista de cada observador o qual associa as informações percebidas a uma série experiências, lembranças e objetivos particulares. O ato de coletar, organizar e visualizar uma diversidade de imagens que buscam “dar sentido” às ideias surgidas durante o processo de projeto, faz com que seus valores intangíveis sejam traduzidos e o designer tenha a oportunidade de explorar suas habilidades e conhecimentos tácitos, acessando referências e ações de trabalhos anteriores na busca por uma visão global do problema.
O mood board apóia o registro e a representação de pensamentos do designer. As referências visuais do instrumento expressam ideias mentais que vão sendo melhor formatadas através da combinação entre conceitos e as vivências do profissional. Nesse sentido, ele assume a forma de um “guia” que é acessado para a retomada ou exclusão de informações enquanto o processo de projeto se realiza. Como uma interface de comunicação entre designer e cliente, as mensagens expressadas pelo mood board ajudam a elucidar as argumentações e as interpretações do projeto.
Referências bibliográficas:
1. DORST, Kees. Viewpoint design research: a revolution-waiting-to-happen. Design Studies Vol. 29 Nº 1, Butterworth-Heinemann, p. 5-11, 2008.
2. GARNER, S. & MCDONAGH-PHILP, D. Problem Interpretation and Resolution
via Visual Stimuli: The Use of ‘Mood Boards’ in Design Education.In:The Journal
of Art and Design Education, 20 (1) pgs. 57-64, 2001. Obtido eletronicamente em
http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=aph&AN=4890007&site=ehost-live (1/9/2008)
Autora: Taís Vieira | Publicitária | Mestranda em Design pela Unisinos-Rs
No meu ver o Mood board é uma peça essencial na criação de identidades visuais, mas se criado estrategicamente. Antes de escolher as referencias colocadas no mood board precisa-se achar os marcadores somáticos (http://jonathadapper.wordpress.com/2010/01/11/marcadores-somaticos-e-logos-somatic-markers-and-logos/) que estão ligados a marca, assim você direciona não só o processo criativo, mas também o foco da marca. A parte de escolha de referencias para o Mood board pode ser começado já no briefing. Por exemplo, em meus briefings tem quatro perguntas que me ajudam a formar meu Mood board, são elas:
-Quais imagens estariam associadas a sua empresa?
-Quais coisas serviriam de metáfora para sua marca? (Objetos, Animais, Marcas, Carros, qualquer coisa…)
-Quais palavras estariam associadas a sua empresa?
-Se sua empresa fosse uma pessoa, como ela seria? Quais características?
Com essas perguntas respondidas você tem informações suficientes para fazer o Mood board. Uma coisa muito importante que quero enfatizar é que na solução proposta o símbolo da marca tem que estar interligado com as imagens. Par vocês entenderem melhor a importância de fazer um Mood board e de o símbolo da marca estar “conectado” com essas imagens eu coloquei um exemplo da coca-cola (esse processo não foi utilizado originalmente para a criação dessa identidade visual, é apenas um exemplo). Veja no exemplo como foi utilizado o Mood board e como as imagens agregam valor ao símbolo da coca-cola (garrafa).
Mood board:
Campanha final:
LogoSence: O logo e os cinco sentidos. – LogoSense: the Logo design and the Five senses.
“Os pesquisadores descobriram que o resultado de toda a saturação visual eram apenas olhos embaçados, e não um nível mais elevado de vendas.” Martin Lindstrom em A lógica do consumo
“O subconsciente é um campo de consciência em que todo impulso de pensamento que atinge a mente objetiva através de qualquer dos CINCO SENTIDOS é classificado e registrado e por meio do qual é possível lembrar ou resgatar idéias, como cartas arquivadas em um fichário.” Napoleon Hill no livro Quem Pensa Enriquece.
“… o odor ativa várias regiões cerebrais exatamente iguais às ativadas pela imagem de um produto – até mesmo a imagem da logomarca daquele produto. Em suma, se você sentir o cheiro de um donut, provavelmente ira vê-lo na sua cabeça – junto a logomarca da Dunin’ Donuts ou da Krispy Kreme.” Martin Lindstrom em A lógica do consumo.
As frases acima justificam a seguinte afirmativa: Quanto mais sentidos o logo despertar, mais ele será lembrado e mais ligação emocional ele terá. Isso também pode ser usada nos marcadores somáticos, quanto mais sentidos um logo ligar com um marcador somático, mais “forte” ele ficará. Mas um logo não só visual? Sim, mas ele pode levar a pessoa para outro lugar, como uma fotografia. Vou dar dois exemplos. Veremos o logo da Timberland ( logo abaixo), ele te leva a outro lugar, para uma montanha com uma arvore, só que essa imagem nós faz imaginar muitas coisas, como a vista que dever ter lá, o tipo de terreno, e várias outras coisas, ou seja atinge mais de um sentidos. Agora veremos o anúncio da coca-cola (abaixo do logo da Timberland), ele é apenas visual, mas quantos sentidos você acha que ele atinge, será que não sentimos o gosto da coca-cola? Será que nosso tato não é atingido? Abaixo desses dois exemplos tem alguns logos que fazem seu trabalho com mais de um sentido. Se você quer saber mais sobre os cinco sentidos e as marcas leia BrandSense de Martin Lindstrom. Obrigado e de sua opinião.
“The researches found that all the visual saturation resulted only in glazed eyes, not higher sales.” Martin Lindstrom in Buyology.
“The subconscious is a field of consciousness that every impulse of thought that reaches the objective mind through any of the five senses is classified and recorded and through which you can remember or recall the ideas, such as letters filed in a binder. “Napoleon Hill in Think and grow rich
“…odor activates many of the exact same brain regions as the sight of a product – even the sight of the product’s logo. In short, if you smell a doughnut, you’re likely to picture it in your head – along with that Dunkin’ Donuts or Krispy Kreme logo.” Martin Lindstrom in Buyology.
The above statements justify the following statement: The more senses the logo reach, the more he will be remembered and more emotional connection he has. This can also be used in somatic markers, the more senses the logo connect with a somatic marker, more “stronger” it will be. But a logo not only visual? Yes, but it can cause a person to another place, like a photograph.Let me give two examples. We will see the logo of the Timberland (below), it takes you to another place, a mountain with a tree, only that the image we imagine is a lot like the view that there should have, the type of terrain, and several other things, that amounts to more than one sense. Now see the ad of the Coca-Cola (below the Timberland’s logo), it is only visual, but how many senses do you think he reachs, does not feel the taste of coca-cola? Is our touch is not reached? Below these two examples have some logos that make your work with more than one sense. If you want to know more about the five senses and brands read BrandSense of Martin Lindstrom. Thank you and comment.
Marcadores somáticos e Logos – Somatic Markers and Logos
Qual a real função de um logo? É por meio deste post que quero falar sobre a essência da função de um logo. Para isso tenho que falar sobre os marcadores somáticos, conteúdo que pode ser encontrado no capítulo 7 do livro A lógica do consumo de Martin Lindstrom.
Marcadores somáticos são atalhos instantâneos que nosso cérebro cria para nos levar a lembranças, e que usamos para tomar decisões de compras baseadas no subconsciente. Marcadores somáticos são como palavras-chave que ligam um conceito a outro. Um bom exemplo disso é o gimmik da Michelin, ele é macio e confiável, a marca usou o Gimmik para interligar os marcadores somáticos “Michelin” a “macio” e “confiável”. No livro tem alguns exemplos muito bons, como o caso de um banco que pintou tudo de rosa para criar uma ligação com o porquinho que é um cofre, tornando-se o banco com maior recognização da europa.
Levando em conta essa grande descoberta feita por Martin Lindstorm sobre marcadores somáticos e decisão de compra, a real função de um logo fica esclarecida. O logo tem que interligar o marcadores somáticos. A tarefa mais importante é saber quais marcadores somáticos irá criar para que o consumidor compre seu produto.
Um dos marcadores somáticos da Audi é “Alemanha”, pois ela acredita que seu publico-alvo ache isso relevante. No caso da Audi é interessante pois ela se apropria de uma marcador somáticos que está ligado a outros, ou seja, “Alemanha” está ligada a “Engenharia”, “Precisão” e etc.
Resumindo, o logo tem que representar os marcadores somáticos, que devem ser bem escolhidos pela empresa depois de se fazer uma analise do público. Outra coisa interessante dos marcadores somáticos e de se apropriar de marcadores já estabelecidos na cabeça do público-alvo.
What is the real function of a logo? It is through this post I want to talk about essence of the function of a logo. So I have to talk about the somatic markers that can be found in Chapter 7 of the book The logic of consumption of Martin Lindstrom.
Somatic markers are shortcuts snapshots that our brain creates for us to memories, and we use to make buying decisions based on the subconscious. Somatic markers are like keywords that connect one concept to another. A good example is the gimmik Michelin, it’s soft and reliable brand Gimmik used to link the somatic markers “Michelin” to “soft” and “reliable”. The book has some very good examples, as the case of a bank that has painted everything from pink to create a connection with the pig that is a safe-deposit box, becoming the largest bank remembered of Europe.
Taking into account that great discovery made by Martin Lindstorm on somatic markers and purchase decision, the real function of a logo is clear. The logo has to link the somatic markers. The most important task is to know which somatic markers will create for consumers to their buy your product.
One of the somatic markers of Audi is “Germany” because it believes that its target audience find it relevant. In Audi’s case is interesting because it appropriates a somatic marker that is linked to other, ie, “Germany” is on the “Engineering”, “accuracy” and so on.
In short, the logo has to represent the somatic markers, which should be well chosen by the company after making an analysis of the public. Another interesting thing of somatic markers is to appropriate markers established the head of the audience.
Branding de ano novo – New Year branding
O ano novo, assim como o natal, é uma época em que as emoções estão a flor da pele. Com isso, é uma época muito boa para fortalecer o vínculo emocional do símbolo da marca. Abaixo um exemplo de uma marca que soube aproveitar a oportunidade:
The new year, as Christmas is a time when the emotions are the flower of skin. Thus, it is a time very good to strengthen the emotional connection symbol of the brand. Below is an example of a brand that took advantage of the opportunity:
Palavras de Paul Rand – Words of Paul Rand
“Logotipo, bom ou ruim, é um veículo para memória.” Paul Rand. Reflita sobre isso. Essa frase de Paul Rand deixa clara a importancia das imagens da marca estarem fortemente relacionadas ao logo.
“Logo Design, good or bad, is a vehicle of memory.” Paul Rand. Think about it. Is clear in this phrase the importance of the logo be strengthly connected with the images of the brand.
Branding de Natal – Christmas Branding
Para comemorar o natal coloquei alguns exemplos do que as marcas fizeram no natal. O ponto que quero chamar a atenção é na construção do símbolo da marca usando o natal. O natal é um época emocionante, e por isso é uma boa hora para colocarmos os símbolos das marcas no coração da pessoas. Algumas marcas não aproveitam a oportunidade, apenas dizem o recado (feliz natal), mas não criam um vínculo emocional com seu símbolo. Abaixo segue algumas marcas que aproveitaram a oportunidade e fortaleceram seu símbolo:
To celebrate Christmas I posted some examples of how the brands took the opportunity. The point I want to focus is the construction of the symbol of the brand using Christmas. Christmas is an exciting time, and so it is a good time to put the symbols of the brands in the heart of people. Some brands do not took the opportunity, just sayed the traditional message (Merry Christmas), but don’t create an emotional link with their symbol. Below is some brands that have took the opportunity and strengthened their symbol:
iPhone Natal: Informação não confirmada, mas é um bom exemplo
iPhone Christmas: Not confirmed infomation, but a good example
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